Ler e escrever são partes fundamentais do meu processo de estudo, pesquisa e criação. De vez em quando envio por e-mail anotações que faço durante esses processos. O resultado são e-mails que misturam assuntos, registros, relatos e impressões sobre leituras diversas, a cultura e o trabalho artístico no país, na tentativa de estabelecer uma comunicação direta e íntima de ideias.

O hábito de enviar e-mails, como antes se fazia com cartas, está ressurgindo, provavelmente como uma reação ao excesso de informação que transborda das redes sociais. Um e-mail te aguarda pacientemente até que você decida lhe dar atenção. Não pode ler agora? Sem problemas, ele te espera voltar depois. Além disso, sua caixa de mensagens não é afetada por algoritmos que lhe empurram o que acham que você deve consumir. E nada de propaganda, nem um pule-este-anúncio, ou feche-esta-janela. Nem pessoas aleatórias discutindo nos comentários. No e-mail você decide o que e quando ler. E o melhor de tudo: você pode ter conversas construtivas com outras pessoas, de forma íntima e direta.


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